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Rotas de exposição de agentes químicos

Por:Redator Analytics Brasil
Higiene Ocupacional

12

fev 2021

Conhecer as rotas de dispersão dos agentes químicos simplifica o reconhecimento de riscos para Higiene Ocupacional. Ajuda a entender como avaliar, o que avaliar e quais os riscos químicos significativos no ambiente.

Para entender mais, acompanhe este artigo!  

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Para que possamos saber qual agente químico avaliar, qual método utilizar e como coletar os agentes em um ambiente de trabalho, precisamos entender sobre a dispersão dos agentes químicos e os tipos de limite de exposição aplicáveis. 

Formas de dispersão de agentes químicos 

O primeiro passo para avaliar se um determinado risco é ou não significativo é identificar qual agente químico pode estar gerando a exposição ocupacional. O segundo passo é listar os tipos de limites de exposição aplicáveis a esse agente: TWA, STEL, TETO, superfície… O terceiro passo é entender as fontes de exposição e como esse agente químico pode se dispersar no ar. 

Dependendo destes fatores, a exposição a determinado agente pode não ser por via respiratória, mas por via dermal ou ingestão. Por exemplo, consideremos um trabalhador que realiza, em um laboratório, a pesagem de um sólido que pode ser absorvido pela pele. A probabilidade de exposição via respiratória é muito baixa, tal sólido não sublima e nem é disperso no ar. A partir disso, não é necessário um monitoramento. Cabe a nós, Higienistas Ocupacionais, avaliar quais as medidas e precauções devem ser tomadas para que a exposição via dermal seja controlada 

Rotas de exposição de agentes químicos 

As exposições ocupacionais a agentes químicos podem ocorrer por diferentes rotas. A partir do processo de trabalho, os agentes podem ir diretamente para o ar, para a pele e/ou para as superfícies de trabalho. A principal rota de exposição a agentes químicos é por via inalatória, elas ocorrem quando se tem líquidos voláteis, gases ou sólidos que sublimam.  

No caso de sólidos e líquidos de baixa volatilidade, apenas têm-se exposição por via inalatória caso haja uma dispersão desses agentes como aerodispersóides. Caso contrário, a exposição poderá ocorrer por outra via. Pode haver exposição pela via inalatória e dermal, simultaneamente, se os aerodispersóides ficarem em contato com a pele por tempo suficiente para ocorrer uma absorção. Assim, é necessário proteger todas as vias de exposição a fim de evitar doenças ocupacionais. Por fim, os agentes químicos também podem ser ingeridos a partir da inalação e a partir da pele ao levar a mão para a boca. 

A Analytics Brasil além de realizar análises químicas para higiene ocupacional, atentando aos melhores métodos de amostragem de acordo com as necessidades de sua empresa, orientando quanto ao melhor tipo de amostragem, também realiza serviços de assessoria e consultoria em higiene ocupacional, além de oferecer palestras de cunho educativo sobre higiene ocupacional. Contate-nos e saiba mais!

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