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Diferenças práticas entre fumos, poeiras, névoas, gases e vapores

Por:Redator Analytics Brasil
Análises Químicas

12

jun 2020

Muitos aprendem teoricamente o que são fumos, gases, poeiras, névoas ou vapores, mas qual é a aplicação prática disso? Se em campo você não souber diferenciar essas formas de dispersão, você corre o risco de errar em suas coletas. 

 

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A forma em que o agente químico se dispersa no ar dá indícios de como serão coletadas as amostras. Você deve ficar muito atento a isso, até mesmo, para entender se um determinado agente gera ou não, exposição ocupacional. Diante disso, a primeira conclusão é que, obrigatoriamente, o agente tem que se desprender e ir para o ar, tais agentes são chamados aerodispersóides. Se um agente não se dispersa no ar, não existe exposição ocupacional pela via respiratória. 

 

Como entender que a forma de dispersão dos agentes químicos auxilia na amostragem destes? 

Em geral, se estamos falando de poeiras, fumos, névoas e neblinas a amostragem é realizada através de cassetes em alta vazão. Diferentemente, gases e vapores são amostrados em baixa vazão, utilizando tubos ou cassetes com membranas tratadas. Essas informações já indicam, por exemplo, quais equipamentos você deve ter em sua empresa. 

 

Como podemos abordar as poeiras? 

Quando trata-se de poeira, estamos falando de material sólido suspenso no ar, gerado através de algum tipo de ruptura mecânica. A poeira é constituída de partículas de tamanho variável, que depende do processo no qual é produzida. O tamanho da partícula gerada impacta diretamente na escolha da utilização ou não de separadores de partículas. 

 

Fumo metálico ou poeira metálica? 

Existem muitas pessoas que ainda pedem análise de fumos metálicos para qualquer processo que envolva metais. Este é um erro muito comum, mas fumos metálicos só são gerados em processos em altas temperaturas. Além disso, não existe análise de fumos metálicos, existem análises para os metais. Quem tem que definir se é uma poeira ou um fumo é o higienista ocupacional responsável. Por isso, a etapa de reconhecimento de riscos é tão importante. Um outro erro comum é solicitação da avaliação de poeira e fumos metálicos num mesmo GHE. O laboratório não diferencia a forma com que esses agentes se dispersam no ar, nossos alvos de análise são os metais. Assim, as amostras terão resultados estatisticamente iguais.  

 

Quais agentes podem gerar névoas e gases? 

Agentes químicos com baixa pressão de vapor geralmente não geram vapores significantes para uma exposição ocupacional. Alguns exemplos disso são o ácido sulfúrico e o óleo mineral. Para ocorrer exposição respiratória a estes agentes, devem se formar névoas ou neblinas, por meio da aplicação de calor ou aspersão mecânica. Diferentemente, agentes químicos com alta pressão de vapor, como ácido clorídrico, mesmo no estado líquido, tendem a se espalhar espontaneamente pelo ar. 

 

A Analytics Brasil além de realizar análises químicas para higiene ocupacional, atentando aos melhores métodos de amostragem de acordo com as necessidades de sua empresa, orientando quanto ao melhor tipo de amostragem, também realiza serviços de assessoria e  consultoria em higiene ocupacional, além de oferecer palestras de cunho educativo sobre higiene ocupacional.  Contate-nos  e saiba mais! 


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